Tejo, um braço do Mar amputado
Tejo, um braço do Mar amputado Como lisboeta de nascença tive como primeiras recordações visuais o rio da minha cidade a mudar de cenário constantemente, devido à navegação intensa das embarcações, onde o rodopiar dos barcos, quando fundeados, tornava-se o mistério que tinha de decifrar. com tanto barco a ir e a vir percebi que o estuário do Tejo era porta de entrada e saída para o Mar. Nos bancos da escola os mistérios foram-se decifrando com a compreensão das marés e suas consequências, mas outros enigmas surgiram e [...]










